quarta-feira, 2 de março de 2011
terça-feira, 8 de setembro de 2009
Som do bom
quinta-feira, 13 de agosto de 2009
A imprensa e o direito de 'editar' as matérias
| CPI: Cartaxo diz que Petrobras não foi multada | Agência Estado |
| Cartaxo diz que sigilo fiscal impede divulgação de dados, mas aponta legalidade em operação da Petrobras | Agência Senado |
| Romero Jucá encerra investigação de manobra contábil da Petrobras | Band News |
| Otacílio Cartaxo afirma que legislação é omissa em relação a mudança de regime tributário feita pela Petrobras | CNT |
| Receita vê brecha legal para opção da Petrobras | Diário Comércio eIndústria |
| Receita recua e agora nega irregularidade na Petrobras | Folha de S.Paulo |
| Legislação é omissa sobre mudança tributária feita pela Petrobras, diz Cartaxo | G1 |
| CPI: legalidade da mudança contábil não é unânime | Globo News |
| CPI: Receita Federal, representada por Octacílio Cartaxo, isenta a Petrobras de culpa | Band News |
| Secretário: lei não proíbe mudança tributária na Petrobras | JB Online |
| Receita tenta proteger Petrobras em CPI | O Globo |
| Receita isenta Petrobras de culpa | Rádio Bandeirantes SP |
| Cartaxo afirma que opção fiscal feita pela Petrobras está amparada em uma MP de 1999 | Record News |
| Petrobras teria agido dentro da lei em suposta manobra fiscal | TV Brasil |
| Na CPI, Receita reconhece legalidade em manobratributária da Petrobras | Valor Econômico |
quarta-feira, 8 de julho de 2009
Para ler depois de assistir ao jornal - FBI - Festival de Besteiras da Imprensa
Humor. Nunca é demais.
sábado, 27 de junho de 2009
Wolfram - Será o Dr Know?
terça-feira, 16 de junho de 2009
Mais uma do Youtube
segunda-feira, 13 de abril de 2009
Fiquei chocado - Academic Earth
terça-feira, 27 de janeiro de 2009
sexta-feira, 23 de janeiro de 2009
quinta-feira, 22 de janeiro de 2009
Como contar a História
Abaixo segue o texto publicado na CartaCapital N° 528, assinada por Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa, e que é um belo exercício interpretativo ao que se publica por aí, usando como pano de fundo o conflito palestino-israelense. É longo mas vale a pena:
História ao gosto do freguês
Antonio Luiz Monteiro Coelho da Costa, para CartaCapital
Apoiar incondicionalmente as ações israelenses nunca pareceu tão tolo. No caso do jornalista português João Pereira Coutinho, em sua coluna na Folha de S.Paulo de 6 de janeiro, chegou-se aos mais profundos abismos da estupidez. Propôs um exercício de história alternativa, no qual o Brasil foi atacado em 1967 por três potências latino-americanas (sic), uma delas o Uruguai (!), que acaba ocupado. Em 2005, o Brasil se retira do Uruguai, como “primeiro passo para a existência de dois Estados soberanos, o Brasil e o Uruguai” (sic), mas o Rio Grande do Sul é bombardeado por terroristas uruguaios, apoiados por uma Argentina “liderada por um genocida que deseja ter capacidade nuclear para riscar o Brasil do mapa”. O Brasil então invade o Uruguai “para terminar, de uma vez por todas, com a agressão de que é vítima”.
Difícil imaginar recurso mais patético do que tentar mobilizar o chauvinismo dos brasileiros convidando-os a se imaginarem ameaçados pelo Uruguai e pela Argentina – mesmo que, além disso, essa ficção não falsificasse radicalmente a história e o contexto do conflito. Experimentemos tornar a analogia um pouco mais completa e assumir o ponto de vista do outro lado, por mais que isso possa soar politicamente incorreto.
Suponhamos que na Segunda Guerra Mundial não houvesse ocorrido o Holocausto, mas acabasse em completa destruição, desindustrialização e desmembramento completo da Alemanha (como chegou a propor o chamado plano Morgenthau, em 1944) e que sua consequência fosse o êxodo de milhões de alemães da Europa, impelidos pela destruição de sua indústria a se estabelecerem em outras partes do mundo.
O Brasil, no qual já havia uma importante colônia alemã e que acontecia ter sido ocupado pelos britânicos em uma guerra anterior, é seu destino preferencial. As nações ocidentais penitenciam-se da culpa pelo sofrimento dos refugiados alemães inocentes aprovando um plano para dividir o país entre nativos e imigrantes. Desafiados pelos nativos, em 1948 os imigrantes alemães e os descendentes de alemães que já viviam no Brasil se apoderam de três quartos do País e o transformam em um Estado de Teutônia, ao qual germano-descendentes de todo o mundo são convidados a imigrar, criar “um posto avançado da civilização” e “fazer florescer o sertão”.
Uma minoria de brasileiros permanece em Teutônia como cidadãos de segunda classe. A grande maioria é obrigada a implorar asilo na Argentina, Bolívia, Paraguai e Venezuela, ou se aglomerar em campos de refugiados no Rio de Janeiro e Nordeste, que se unem a outras nações latino-americanas. Estas, em 1967, desafiam a Teutônia e são derrotadas, o que resulta na ocupação total do que restava do território brasileiro.
A Teutônia continua a receber imigrantes e incentiva seu estabelecimento nos territórios recém-ocupados, distribuindo essas terras aos recém-chegados. Mas alguns brasileiros reagem à ocupação formando organizações de resistência que cometem atentados contra o governo e civis teutônicos. Algumas dessas organizações exigem a expulsão dos invasores e a restituição total do antigo território do Brasil, outras, conformam-se em aceitar um Estado brasileiro dentro dos limites de 1967 – Estado do Rio e Nordeste.
Os teutônicos não dão mostras de levar a sério essa possibilidade, apesar das pressões internacionais, até que o custo excessivo do conflito e da ocupação leva seu governo a decidir se retirar do Rio de Janeiro, imensa favela de 30 milhões de refugiados, e de municípios áridos, esparsos e superpovoados do interior do Nordeste, cercados de muralhas, postos de vigilância e prósperas fazendas teutônicas.
Apesar da resistência militante de alguns milhares de teutônicos que haviam recebido terras perto de Nova Friburgo, a retirada é efetivada e a administração desses guetos entregue a uma “autoridade brasileira” gerenciada por um partido corrupto e ineficaz, que continua a reivindicar inutilmente a independência dentro dos limites de 1967. Sua sede é um bolsão isolado em torno de Juazeiro do Norte, cercado de tropas teutônicas.
Algum tempo depois, a maioria dos refugiados elege para a autoridade uma facção radical da resistência, como a única capaz de impor alguma ordem e trazer alguma esperança e dignidade, principalmente no inferno no qual se transformou o antigo Estado do Rio. Seus territórios são impedidos de receber recursos e se comunicar com o mundo exterior, seu governo é sistematicamente sabotado e depois dissolvido pelo presidente títere, cuja guarda reprime violentamente a facção radical nos guetos nordestinos. A “autoridade brasileira” não consegue, porém, recuperar o controle do Rio de Janeiro, onde seus partidários são facilmente derrotados pela facção radical. Seus militantes, em protesto contra o bloqueio continuado de seu território, lançam pequenos foguetes que ocasionalmente atingem alvos aleatórios nas cidades “teutônicas” de Neubonn (Juiz de Fora) e Neuköln (Taubaté). Teutônia reage com bombardeios que matam e mutilam dezenas de milhares de homens, mulheres e crianças e com uma invasão maciça do Rio de Janeiro.
Ah, sim, e os militantes têm a simpatia do governo populista do México, que opera centrais nucleares, pesquisa o enriquecimento de urânio e cujo presidente, dado a bravatas, diz um dia que “o regime que ocupa São Paulo precisa desaparecer das páginas do tempo” – o que a mídia teutônica traduz como “riscar Teutônia do mapa”.
Absurdo? Ridículo? Sem dúvida. Mas algo menos que a versão do senhor Coutinho. Fantasia por fantasia, esta se parece mais com o que se passou e continua a se passar no Oriente Médio.
Mas o fato é que história no condicional, seja qual for seu potencial retórico e literário, não tem valor científico, jurídico ou político. Convenhamos em deixar os absurdos retóricos de lado e analisar o mundo real.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Dave's landslide blog
Também tem alguns vídeos de eventos, incluindo alguns aqui de Santa Catarina, no final do ano passado.
Clica lá -
Dave's landslide blog
N O V O - B L O G http://blogs.agu.org/landslideblog/
quinta-feira, 8 de janeiro de 2009
Enquanto as bombas explodem em Gaza
terça-feira, 30 de dezembro de 2008
Feliz ano novo
segunda-feira, 29 de dezembro de 2008
Editor de imagem free, online e sem instalação
Entre as opções estão um editor de gráficos vetoriais (Aviary Raven) e outro de imagens raster (Aviary Phoenix), que equivalem, respectivamente ao Corel Draw e o Photoshop.
Como o programa roda no servidor deles, seus arquivos devem ser carregados o que deixa o início do trabalho um pouco lento, porém o fato de não ser necessário instalar nenhum dos dois compensa isso.
Vai lá que é de grátis.
domingo, 28 de dezembro de 2008
Mais uma do Google - Catálogo de imagens históricas da revista Life
How Stuff Works???
sexta-feira, 12 de dezembro de 2008
Geology.com
A página Geology.com é um poço de curiosidades voltadas a um público bem específico, nós geólogos. Trata de uma série de notícias, imagens e artigos voltados a temas curiosos da geologia, além de realizar um trabalho de divulgação dos temas a leigos. Apresenta também uma série de imagens de satélite e de fotos muito legais. Tem uma sequência de queda de rochas no Yosemite Park que é didática.
É todo em inglês e tem alguns serviços interessantes, como interfaces com o Google Maps para exibição de mapas temáticos, como da posição de picos de relevo, falhas tectônicas, mapas topográficos e geológicos. Também tem um dicionário de termos geológicos que pode ser útil em nosso dia a dia.
Vale a visita e marca-lo como favorito.
Valeu Ana. Beijo nêga.
A farsa da notícia
No último mês tive uma noção mais apurada do quanto as notícias são distorcidas e falseadas, a fim de manipular a opinião pública (que de pública tem muito pouco), por conta dos problemas causados pelas chuvas em Santa Catarina, que realmente causaram inúmeras perdas por conta das enchentes e escorregamentos que delas decorreram.
Acontece que a cheia do rio Itajaí-Açu não durou mais que 4 dias, isso nos locais mais atingidos. Mesmo assim emissoras como as redes Record e Globo continuaram a noticiar ainda por duas semanas o estado de 'calamidade' em que a região ainda se encontrava (segundo eles), com reprises intermináveis de imagens aéreas do primeiro e segundo dias de cheia, quando mais de 80% da área urbana de Itajaí estava ocupada pelas águas. Tudo isso sem explicar que se tratavam de imagens de arquivo e que as coisas pela região começavam a voltar a sua normalidade. Para moradores das áreas afetadas, que acompanharam o dia a dia dos eventos a realidade era diferente do que era mostrado nos telejornais de abrangência nacional, que muito preocupou amigos e parentes que a todo instante ligavam preocupados, achando que o nível das águas não havia abaixado.
Ontem pela manhã o "Q" da rede Globo se mostrou em sua plenitude: tiveram a coragem de reprisar um trecho de uma entrevista com uma funcionária do banco de sangue de Blumenau, exibida na rede local lá pelo dia 26/11, logo após a cheia, onde esta advertia para a escassez de bolsas de sangue para aquele dia e o dia seguinte. Pois este trecho foi reprisado ontem, dia 11/12 (mais de duas semanas depois de gravada), como se aquela fosse a situação do momento. O que me parece que na sede de lucrar com a tragédia eles esqueceram que seus noticiários nacionais também passam em Santa Catarina.
O pior de tudo não é o fato de que a imprensa quera lucrar com isso, é o mórbido interesse demostrado por imensa parcela da população pelo sofrimento alheio. A televisão adora esse interesse, incentivado por tomadas de câmera em closes nos olhos que choram a morte de amigos e familiares ou a perda de bens materiais alcançados com muito trabalho. É um 'sem número' de filmagens exibidas e páginas de jornais e revistas com o mesmo propósito, apenas de satisfazer essa vontade sádica que o ser humano tem (em maior ou menor grau) de ver pessoas sofrendo, seja por conta das perdas trazidas pela enchente ou famílias de vítimas da violência urbana, entre outros. Muitas vezes vejo pseudo-jornalistas (porque apenas o título acadêmico não quer dizer que o cara seja profissional) que, ao perceberem que talvez o choro não venha, fazem à pessoas simples, fragilizadas pelas misérias da vida, perguntas como: "Você está triste agora que perdeu sua mãe?", ou "É muito sofrimento, não é?", enquanto o cinegrafista aperta o close nas lágrimas que estão por vir.
Tudo isso apoiados no distorcido direito constitucional do brasileiro de 'ser informado', embora muitas vezes as questões relevantes à sociedade sejam deixadas de lado. Ou alguém já ouviu a rede Globo e grupos associados questionarem a real existência do tal grampo entre os telefones do Gilmar Mendes e do Demóstenes Torres, que foi motivo de capa da revista Veja e virou um escândalo, alimentado pelas principais empresas de comunicação.
Não, o povo quer ver na capa da Veja a foto de uma criança sobre fundo preto e o título " A Primeira Vítima", isso vende. Para quem compra: parabéns pela ajuda financeira que mantém a farsa em pleno funcionamento.
Parabéns a quem acha que a rede Globo tem realmente seu "Q" de qualidade.
Parabéns a quem compra, e vivas a quem assina, as revistas Veja, Istoé e Época.
Parabéns a quem acredita no que o portal Terra anuncia. A propósito, na quarta-feira (10/12) havia um link no Terra que dizia "Itajaí: 130 mil com risco de leptospirose" ou seja, praticamente 90% da população pode morrer (o que para eles e os demais citados seria ótimo, pois renderia muito mais choro para vender, no formato que você quiser comprar). Os fatos: 08 (oito) casos confirmados e menos de 50 suspeitos. Meio diferente do noticiado, não é?
Pra você que se enquadra nesse perfil, não deixe de visitar o blog do SurfHype, o maior blogueiro de São Paulo, e comprar tudo que ele anuncia por lá. Como trilha sonora da navegação eu sugiro a "Dança do Patinho" do BNegão.




